segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Todos precisam saber e você precisa falar!

A Palavra!

Graça e paz! 
Amados irmãos e amigos leitores deste blog, este artigo, aborda um tema poderoso, a palavra de Deus, o único alimento que santifica a carne, fortalece o espírito, e preserva a alma.

Alguns (símbolos) da palavra

1. A Espada que vence: Ef 6.17; HB 4.12.
2. Lâmpada que ilumina: S1 119. 105
3. Espelho que revela: II Co 3.18; Tg 1.23
4. Leite que alimenta: 1Co 3.2; Hb 5.12,13; 1Pe 2.2.
5. Martelo que esmiúça a penha: Jr 23.29.
6. Fogo que aquece: Jr 23.29; SI 39.3.
7. Semente que produz vida: Lc 8.11; Is 55.11

A palavra, sob a perspectiva bíblica ultrapassa as delimitações conhecidas e utilizadas por nós ao darmos a ela a condição de expressão de idéias, opiniões... Para a Bíblia, a palavra é a plena expressão da identidade do Criador. A partir do que Ele fala tudo passa a existir e o que Ele fala é o que se pode conhecer, uma vez que o que Ele fala é o que Ele é! Por meio de sua palavra Deus nos mostra quem ele é, o quanto ele nos ama bem como o quanto sofreu por nós, uma vez que Cristo, a palavra que se fez carne; por nós se fez homem e por nós se fez maldito, morrendo em nosso lugar para que tivéssemos vida, dando-nos exemplo e autoridade para que possamos, a partir do novo nascimento, morrer para este mundo e viver para Deus.

NO PRINCÍPIO... ANTES DE TUDO Se quisermos compreender aquilo que se pode saber sobre Deus, precisamos observar atentamente os atos iniciais da criação de todas as coisas. A partir desta observação podemos entender que todas as coisas que o Senhor se propõe a fazer dependem única e exclusivamente dele e que todas as coisas são sustentadas nele. Definitivamente, o Deus que é um só com sua Palavra, dá-nos prova de seu incomparável poder ao sustentar toda a criação com a palavra de seu poder. Ora, se tudo quanto existe, assim se fez devido a Palavra de Deus, que diremos diante da afirmação do evangelista João de que a própria Palavra de Deus veio a nós com o objetivo de trazer plena restauração a criação e fazer-nos filhos de Deus? Deve habitar em nós a alegria e o regozijo de uma vida que ultrapassa os limites visíveis, pois àquele que é a Própria Palavra veio em nossa direção, alterando substancialmente todas as coisas em nossa vida, transformando-nos conforme a Sua santa vontade e fazendo-nos santos como Ele é! A Palavra, ou até mesmo o Verbo que aparece em diferentes traduções nos concedem o sentido de princípio fundamental de todas as coisas segundo o pensamento grego, bem como, princípio da atividade divina para o pensamento judaico. Em ambas as culturas, Cristo é apresentado como o início de todas as coisas, aliás, mais precisamente como o fundamento de todas as coisas, uma vez que sem Ele nada poderia existir! Ao recebermos de Deus o que nele havia de melhor, a sua Palavra, apropriamo-nos da absoluta certeza. Ele nos deu o direito de que em todas as circunstâncias somos mais do que vencedores em Cristo Jesus o autor e consumador da nossa fé. CRISTO É O PRÓPRIO DEUS O vocábulo utilizado para afirmar que a Palavra estava com Deus é pros preposição grega para denotar “com” que ao ser impresso neste texto nos permite entender que há uma relação pessoal muito íntima a ponto de partilhar a mesma essência, exatamente à mesma natureza. É exatamente isto que Paulo ensina aos. Colossenses 1.15: “O qual é a imagem do Deus invisível...” Em suma poderíamos entender estas colocações da seguinte forma: Tudo o que Deus era, a Palavra era! As implicações desta verdade nos permitem conceber plenamente a idéia do evangelista ao imprimir neste capítulo inicial a irrevogável relevância de Cristo em tod

os os processos existentes e conhecidos. João afirma que nele estava à vida sendo ele o próprio luz a toda a humanidade, luz esta suficientemente poderosa para dissipar todas as trevas impostas pelo pecado! Ante a rejeição similar a ocasião do Éden, onde o ser humano declara-se independente de Deus, Jesus concede àqueles que nada poderiam nada tinham ou nada eram o poder de serem feitos Filhos de Deus. Fora derramada sobre nós a sua plenitude, graça sobre graça a fim de nos tornar santos como ele é.


CONCLUSÃO

O Filho que fez o Pai conhecido. O fundamento de todas as coisas. Ele é a Palavra que nos foi dada para que tivéssemos a regeneração, restauração e autoridade ante os principados e potestades para que ao Seu nome, nome sobre todos os nomes, todo o joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor!!!  Todos precisam saber e você precisa falar!
pbjorgetavares@gmail.com 

sábado, 2 de janeiro de 2016

HERESIAS !!!!!

A Palavra!

Graça e paz! 
Amados irmãos e amigos leitores deste blog, este artigo, aborda um tema poderoso, a palavra de Deus, o único alimento que santifica a carne, fortalece o espírito, e preserva a alma.

Alguns (símbolos) da palavra

1. A Espada que vence: Ef 6.17; HB 4.12.
2. Lâmpada que ilumina: S1 119. 105
3. Espelho que revela: II Co 3.18; Tg 1.23
4. Leite que alimenta: 1Co 3.2; Hb 5.12,13; 1Pe 2.2.
5. Martelo que esmiúça a penha: Jr 23.29.
6. Fogo que aquece: Jr 23.29; SI 39.3.
7. Semente que produz vida: Lc 8.11; Is 55.11

A palavra, sob a perspectiva bíblica ultrapassa as delimitações conhecidas e utilizadas por nós ao darmos a ela a condição de expressão de idéias, opiniões... Para a Bíblia, a palavra é a plena expressão da identidade do Criador. A partir do que Ele fala tudo passa a existir e o que Ele fala é o que se pode conhecer, uma vez que o que Ele fala é o que Ele é! Por meio de sua palavra Deus nos mostra quem ele é, o quanto ele nos ama bem como o quanto sofreu por nós, uma vez que Cristo, a palavra que se fez carne; por nós se fez homem e por nós se fez maldito, morrendo em nosso lugar para que tivéssemos vida, dando-nos exemplo e autoridade para que possamos, a partir do novo nascimento, morrer para este mundo e viver para Deus.

NO PRINCÍPIO... ANTES DE TUDO Se quisermos compreender aquilo que se pode saber sobre Deus, precisamos observar atentamente os atos iniciais da criação de todas as coisas. A partir desta observação podemos entender que todas as coisas que o Senhor se propõe a fazer dependem única e exclusivamente dele e que todas as coisas são sustentadas nele. Definitivamente, o Deus que é um só com sua Palavra, dá-nos prova de seu incomparável poder ao sustentar toda a criação com a palavra de seu poder. Ora, se tudo quanto existe, assim se fez devido a Palavra de Deus, que diremos diante da afirmação do evangelista João de que a própria Palavra de Deus veio a nós com o objetivo de trazer plena restauração a criação e fazer-nos filhos de Deus? Deve habitar em nós a alegria e o regozijo de uma vida que ultrapassa os limites visíveis, pois àquele que é a Própria Palavra veio em nossa direção, alterando substancialmente todas as coisas em nossa vida, transformando-nos conforme a Sua santa vontade e fazendo-nos santos como Ele é! A Palavra, ou até mesmo o Verbo que aparece em diferentes traduções nos concedem o sentido de princípio fundamental de todas as coisas segundo o pensamento grego, bem como, princípio da atividade divina para o pensamento judaico. Em ambas as culturas, Cristo é apresentado como o início de todas as coisas, aliás, mais precisamente como o fundamento de todas as coisas, uma vez que sem Ele nada poderia existir! Ao recebermos de Deus o que nele havia de melhor, a sua Palavra, apropriamo-nos da absoluta certeza. Ele nos deu o direito de que em todas as circunstâncias somos mais do que vencedores em Cristo Jesus o autor e consumador da nossa fé. CRISTO É O PRÓPRIO DEUS O vocábulo utilizado para afirmar que a Palavra estava com Deus é pros preposição grega para denotar “com” que ao ser impresso neste texto nos permite entender que há uma relação pessoal muito íntima a ponto de partilhar a mesma essência, exatamente à mesma natureza. É exatamente isto que Paulo ensina aos. Colossenses 1.15: “O qual é a imagem do Deus invisível...” Em suma poderíamos entender estas colocações da seguinte forma: Tudo o que Deus era, a Palavra era! As implicações desta verdade nos permitem conceber plenamente a idéia do evangelista ao imprimir neste capítulo inicial a irrevogável relevância de Cristo em tod

os os processos existentes e conhecidos. João afirma que nele estava à vida sendo ele o próprio luz a toda a humanidade, luz esta suficientemente poderosa para dissipar todas as trevas impostas pelo pecado! Ante a rejeição similar a ocasião do Éden, onde o ser humano declara-se independente de Deus, Jesus concede àqueles que nada poderiam nada tinham ou nada eram o poder de serem feitos Filhos de Deus. Fora derramada sobre nós a sua plenitude, graça sobre graça a fim de nos tornar santos como ele é.


CONCLUSÃO

O Filho que fez o Pai conhecido. O fundamento de todas as coisas. Ele é a Palavra que nos foi dada para que tivéssemos a regeneração, restauração e autoridade ante os principados e potestades para que ao Seu nome, nome sobre todos os nomes, todo o joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor!!!  Todos precisam saber e você precisa falar!
pbjorgetavares@gmail.com 
(artigo pregado no primeiro dia da campanha de oração de 12 dias.) 

domingo, 23 de agosto de 2015

O bolo que não foi virado.


O Bolo que nunca foi virado!
Graça e paz!
Leitores,nesta geração de crentes ereligião,uma exortação aos que não sabem discernir, qual é a parte do bolo que é, se este cru ou cozido. Usaremos uma passagem, que enfatiza este artigo. 
Oséias 7.8,11
Sabemos-nos que o bolo, nos tempos biblicos não virado, ficava com um lado cozido e o outro cru. O profeta usou esta figura de linguagem para mostrar a crise na vida política, social e religiosa de Israel. Efraim se misturou com os povos pagãos assumindo suas praticas religiosas. Ora apresenta o lado Cru, pagão e ora apresentava o lado cozido, o lado espiritual verdadeiro
Cuidado com a Mistura
Efraim com os povos se misturou. O texto sagrado não alude apenas às alianças políticas externas v. 11. Não é pecado nenhum um país fazer alianças políticas e comerciais com outros países, ainda mais agora nesse contexto de globalização em que estamos vivendo. Como também não é pecado o cristão fazer negocio com os descrentes, desde que o cristão não se envolva com os pecados deles. (ICOR. 5,9,10) O Problema é que Israel foi escolhido como povo sacerdotal que deveria influenciar as nações e não ser influenciada por elas. A palavra hebraica usada para “untadas”, em Êxodo 29,2 Referindo a mistura do Azeite com a flor de farinha, é beluloth, que vem do verbo balal, “mistura” usado aqui. Isso significa que Efraim se misturou com as nações pagãs ficando igual a elas.
A referência aqui, no v. 8 é ao sincretismo religioso, pois Israel havia adotado as praticas abominável do paganismo. Esse tipo de aliança é condenado pela palavra de Deus, desde Moises (Dt.7,2.5). Como um abismo chama outro abismo (sl 42.7) esses pecados chamam outros pecados, até a situação ficar insuportáveis. Quando o crente perde o temor de Deus, o Espírito Santo se retira dele e tal pessoa se torna pior do que o ímpio. Os grandes problemas começam com as coisas mínimas, um grande incêndio começa apenas com uma faísca. A apostasia generalizada começa com os indivíduos;. Que geralmente dizem isto, não tem nada haver. E as igrejas estão cheias de pessoas com o tal do nada haver, o nada haver esta levando pessoas, para as covas, para os abismos, para a morte espiritual. O nada haver esta bombardeando, as mentes, o nada haver, esta corrompendo os bons costumes, o nada haver, esta forjando a realidade do cristianismo, o nada haver esta engravidando as jovens fora de um compromisso de casamento, o nada haver esta deixando homossexuais praticarem sexo e cantarem no conjunto dos jovens, o nada haver esta deixando, adúlteros e adúlteras, ocuparem púlpitos e pregarem não a santidade, o tal do nada haver um dia terá tudo haver. (Mt. 7.21)
“Nem todo o que diz: Senhor, Senhor, entrara no reino dos Céus, mas todos aqueles que fazem a vontade de meu pai que estas nos céus”
Sabemos-nos que o bolo não virado, fica com um lado cozido e o outro cru. O profeta usou esta figura de linguagem para mostrar a crise na vida política, social e religiosa de Israel. Efraim se misturou com os povos pagãos assumindo suas praticas religiosas. Ora apresenta o lado Cru, pagão e ora apresentava o lado cozido, o lado espiritual verdadeiro.
Conclusão.
Quando alguém perde a fé em Deus e na sua palavra, não reconhece mais o exclusivismo do cristianismo e nem a singularidade de Cristo, considera iguais todas as religiões, fazendo um ecumenismo generalizado. Faz Apologia a palavra do papa que disse: Não existem céu nem inferno, que essas coisas são meramente estado de espírito. A apostasia é negar a fé que antes defendia. A palavra vem do grego apostasion, que significa apartar-se (At.21.21); A humanidade deste século esta vivendo essa crise, social, moral, política e religiosa.


OS DOIS SENTIDOS DA SANTIDADE DO ANTIGO TESTAMENTO

REFLEXÃO. Segui a paz com todos e a Santificação, sem a qual ninguém vera a Deus. Hb.12.14 Santidade é o principal atributo de Deus e uma qualidade a ser desenvolvida em seus seguidores. "Santidade" e o adjetivo "santo" aparecem muitas vezes na Bíblia. No Antigo Testamento, a primeira palavra para santidade significa cortar ou separar. Fundamentalmente, santidade é um corte ou separação de algo impuro e consagração ao que é puro. 
SANTIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO 
No Antigo Testamento, santidade, quando aplicada a Deus, se refere ao seu domínio sobre a Criação e à perfeição moral de Seu caráter. Deus é santo na medida em que Ele é completamente distinto da sua criação e exerce soberana majestade e poder sobre ela. Sua santidade é um tema de vulto nos Salmos (Salmo 47:8) e nos Profetas (Ezequiel 39:7), onde "santidade" emerge como sinônimo para o Deus de Israel. As Escrituras dão a Deus os títulos "Santo" (Isaías 57:15), "o que é Santo" (Jó 6:10; Isaías 43:15) e "Santo de Israel" (Salmo 89:18; Isaías 60:14). No Antigo Testamento, santidade de Deus significa que o Senhor é separado de tudo que é mal e corrompido (Jó 34:10). Seu caráter santo é o padrão de absoluta perfeição moral (Isaías 5:16). A santidade de Deus - sua majestade transcendente e pureza de caráter - é habilmente apresentada no Salmo 99. Os versos 1-3 retratam a distância de Deus das coisas terrenas, e 4-5 enfatizam sua separação do pecado e do mal. Também no Antigo Testamento Deus ordenou santidade nas vidas das pessoas. Através de Moisés, Deus disse a Israel, "Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo." (Levítico 19:2). A santidade descrita no Antigo Testamento tem dois sentidos: 
1. Exterior ou cerimonial 
2. Interior ou moral e espiritual 
Santidade é um estilo de vida. que todos os cristãos deve escolher, se quiserem ver a Deus. pense . A santidade cerimonial do Velho Testamento descrita no Pentateuco (os cinco primeiros livros do Velho Testamento) incluía rituais de dedicação ao serviço de Deus. Assim sacerdotes e levitas eram santificados por um ritual complexo (Êxodo 29:1), como foram os hebreus nazireus (Números 6:1-21). Profetas como Eliseu (II Reis 4:9) e Jeremias (Jeremias 1:5) também foram santificados para um ministério profético especial em Israel. Mas o Velho Testamento também dirige atenção para os aspectos íntimos, morais e espirituais da santidade. Homens e mulheres, criados à imagem de Deus, são chamados a cultivar a santidade do caráter de Deus nas suas próprias vidas (Levítico 19:2). No Novo Testamento a santidade cerimonial proeminente no Pentateuco passa para um segundo plano. Muito do Judaísmo no tempo de Jesus procurava a santidade cerimonial pelas obras (Marcos 7:1-5), logo o Novo Testamento enfatiza a dimensão ética da santidade em vez da dimensão externa. (Marcos 7:6-12). Com a vinda do Espírito Santo, a igreja primitiva percebeu que a santidade da vida era uma realidade interna profunda que deveria governar as atitudes e pensamentos de um indivíduo em relação a pessoas e objetos do mundo exterior. 
SANTIDADE NO NOVO TESTAMENTO 
A palavra grega usada no Novo Testamento equivalente à hebraica para santidade significa um estado interior de liberdade de falha moral e relativa harmonia com a perfeição moral de Deus. A expressão "semelhança de Deus" contém o sentido da palavra original grega para santidade. Há uma outra palavra grega que descreve o conceito de santidade dominante no Velho Testamento como separação exterior do mundo e dedicação ao serviço de Deus. Porque os escritores do Novo Testamento assumiram o retrato de deidade do. Antigo Testamento, santidade é atribuída a Deus em poucos de seus textos. Jesus afirmou a natureza ética de Deus quando ensinou seus discípulos a orar que o nome do Pai deve ser honrado pelo que Ele é, "Santificado seja o o teu nome" (Mateus 6:9). No livro do Apocalipse a perfeição moral do Pai é descrita com a atribuição tríplice de santidade emprestada de Isaías: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir." (Apocalipse 4:8). Lucas, entretanto, contemplou a santidade de Deus nos termos do conceito dominante no Velho Testamento de Sua transcendência e majestade (Lucas 1.49)
conclusão : O Cristão não tem outro caminho para ter uma intimidade com Deus . e sentir mais a sua presença,. tem que ser santo.porque ele é, e importa que sejamos também.(seja Santo)